Mão Morta na Casa das Artes
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MÚSICA/ POP ROCK:
6 de Fevereiro (sábado); 23h00
MÃO MORTA
Inserido no SONS DE VEZ!14º Mostra de Música Moderna Portuguesa de AVV
Auditório da Casa das Artes
Ao longo das últimas três décadas, os Mão Morta têm tido sempre uma palavra a dizer no rumo do rock em Portugal.Reza a lenda que em Outubro de 1984 Joaquim Pinto se encontrou com Harry Crosby, baixista da banda nova-iorquina Swans, durante um concerto da mesma na cidade de Berlim. "Tens cara de baixista", terá dito Crosby a Joaquim Pinto. No mês seguinte, Joaquim Pinto regressou a Braga, comprou um baixo, e fundou, juntamente com Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta. Braga via assim nascer uma banda cuja postura viria a afrontar, ao longo dos anos, os valores morais e políticos de uma sociedade que culturalmente estava pouco desenvolvida.
Em Janeiro de 1985 os Mão Morta estreiam-se ao vivo no Porto, no Orfeão da Foz, o primeiro de muitos concertos que funcionaram de rastilho para o culto. "Mão Morta", o álbum de estreia, foi editado em 1988, e não desiludiu a maioria dos seguidores do grupo.
O aplauso da imprensa, a adesão aos concertos, e até os elogios de Nick Cave contribuíram para que o arranque da discografia do grupo fosse feito da melhor forma. As performances e o carisma de Adolfo Luxúria Canibal fizeram nascer um culto em volta da banda: «Uma garganta funda que liberta bílis às golfadas, que espanca os espectadores com as palavras, que os excita e irrita, que conta histórias de sexo, de crime e de repressão» (Blitz 110, 09/12/86, António Pires acerca de Adolfo Luxúria Canibal no RRV).
Com uma discografia que soma mais de doze discos de originais (aos quais se juntam registos ao vivo e compilações), a banda dividiu opiniões, criou alguns hinos geracionais e conta com um percurso onde não faltam episódios curiosos.Em "Pelo Meu Relógio São Horas de Matar", o último álbum dos Mão Morta, convivem duas vocações, omnipresentes ao longo da carreira: o realismo duro com que se pinta a cores escuras o Portugal contemporâneo, e a catarse a que canções de rock opressivo e selvagem invariavelmente convidam.
Depois do grande impacto do single "Horas de Matar", os Mão Morta regressam à estrada para vários concertos, onde a intensidade feroz do seu repertório promete deixar marcas. Pelo relógio deles, são horas de matar.
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