HOUSE OF TREES (Suécia) + MAUD THE MOTH (Espanha)
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Música/Rock/Folk/Jazz:
17
Sexta às 22h00
Auditório da Casa das Artes
HOUSE OF TREES (Suécia) + MAUD THE MOTH (Espanha)
Pré-venda e reserva de bilhetes a partir de 13 de Maio, preço único: €3,00
Um dia, alguns amigos mudaram-se para uma casa feita e rodeada por árvores. Situada nas profundezas da floresta sueca, a casa é um paraíso escondido, um local onde, se ninguém falar, ouvimos somente o som de pássaros, um rio e o vento uivante entre as árvores. Existe também o som da música...
House of Trees (H.o.T) é uma banda liderada por Rob Coe; como cantautor, Rob explora, caça e recolhe, perfeitamente, uma miríade de modos de vida, os seus pensamentos, os seus sonhos, os seus lugares e a sua gente; todos têm um papel fundamental nas suas melodias, frequentemente míticas e de encantar, que podemos ouvir no álbum de estreia "Come to the Woods". Como em qualquer boa árvore, o rebento (um homem e a sua guitarra) desenvolveu ramos e folhas em forma de músicos: Djamila Skoglund Voss (voz), James Carnell (congas), Henrik Engström (flauta) e Simon Fäldt (trompete).
Como live act o grupo adapta-se ao ambiente do concerto: umas vezes como duo, como é o caso desta apresentação em Arcos de Valdevez, outra como trio, ou em forma de banda completa; a atmosfera e emoção dos seus concertos são como uma boa casa: é quente e acolhedora por dentro, mas no exterior o vento e a escuridão batem à porta...
Maud the Moth é o alter-ego da cantora e pianista madrilena Amaya López-C, que após passagem por vários grupos do underground madrileno, dá com o seu LP "home futile home" o tiro de partida para um percurso solitário.
As paisagens e emoções plasmadas nas suas canções são dificilmente definíveis, em termos estilísticos, para esta autora de formação clássica, mas com grande gosto pelos sons mais escuros, sujos e intensos. Maud the Moth explora, neste primeiro trabalho, a composição narrativa que, bebendo no jazz, no pós-rock e no soul, entre outros, desenvolve num peculiar e pessoal estilo de excesso e intensidade vocal, que sempre definiram a cantora. Influenciada, entre outros, por Debussy, Michel Camilo, Tool, Julie Christmas ou Amanda Palmer, consegue filtrar através das suas canções universos de um comovente silêncio, ou de uma ira explícita entrincheirada por detrás do teclado.
Após ter captado a atenção da imprensa especializada e de ter recebido excelentes críticas, Maud regressa em 2013 com o seu segundo álbum, que agora apresenta na Casa das Artes arcuense.
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